Leitura bíblica: Mateus 21.28-32
Dêem fruto que mostre o arrependimento! (Mt 3.8)
Muitos ficam imobilizados e fragilizados, porque não levam a sério a confissão de pecados. As fraquezas pessoais e das igrejas existem porque o arrependimento anda esquecido. Somos chamados à confissão de pecados, devemos sondar nosso coração e observar com seriedade nossos caminhos. Mas o que é arrependimento? Muitos têm uma noção muito superficial dele. Para estes é apenas uma espécie de tristeza e um vago remorso por causa de algo que fizeram. Outros aprofundam-se demais no sentido do arrependimento, acham que deve acontecer algo sobrenatural, como um ardor no peito ou uma semana de falta de apetite, e coisas deste tipo. O arrependimento verdadeiro é acompanhado de uma mudança de atitude e de uma confissão de que estávamos errados. Deve-se reverter o caminho do pecado e seguir uma nova vida com Deus. Destruir as estradas, pontes e vielas, os caminhos maus, apagá-los da mente e do coração. Interromper o ciclo do pecado, desmontar e destruir as estruturas pecaminosas, rejeitando as novas sugestões de pecado, firmes pela misericórdia de Deus. Mesmo se cairmos depois disso em algum novo pecado, devemos parar, reconsiderar, confessar novamente e mudar a direção. Não devemos tentar justificar nossos erros - arrependimento é o contrário disso. Arrepender-se é afirmar nossa incapacidade de ser corretos, é mostrar nossas limitações. Devemos lembrar também que arrependimento não é esforço pessoal. Arrependemo-nos não porque somos fortes e queremos mudar, mas pela graça de Deus, pelo contato com a salvação em Jesus.
Faça uma análise sincera de sua vida e procure confessar a Deus o que não está certo. Isto será de grande importância e trará à sua vida uma nova motivação e alegria. Conformar-se com o pecado pode ser aparentemente melhor, mas quem faz assim a cada dia se sente pior e mais fraco.
Não diga apenas “pequei”, seja verdadeiro em sua confissão.