Leitura bíblica: Lucas 11.9-13
Pois em ti, Senhor, espero; tu me atenderás, SENHOR, Deus meu (Sl 85.15).
Nosso texto base começa afirmando: “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á”. Essa é uma das passagens que nos dá grande motivação para praticarmos a oração. A argumentação está na bondade de Deus. Traz uma questão lógica: Se nós que somos maus e imperfeitos atendemos e respondemos ao chamado de nossos filhos, o nosso Pai celestial não nos atenderia? (Lc 11.13).
Por isso, devemos deixar de viver cheios de preocupações, devemos ser cheios de orações. “Não se inquietem por nada; mas em tudo, pela oração e súplica com ação de graças, sejam feitos conhecidos seus pedidos a Deus. E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará seus corações e mentes por meio de Cristo Jesus” (Fp 4.6,7 – KJL). Sejam conhecidos os nossos problemas por Deus, sejam entregues a Deus através da oração. “NENHUMA inquietação, mas muita oração. Nenhuma ansiedade, mas muita comunhão alegre com Deus. Leve seus anseios ao Senhor de sua vida, o guardião de sua alma. Vá a Ele com duas porções de oração e uma de louvor perfumado. Não ore com dúvida, mas com gratidão. Considere que você tem suas petições e, portanto, agradeça a Deus por Sua graça” (Charles Spurgeon).
Devemos atentar para o perigo de viver uma vida de pouca ou quase nenhuma oração. Se orarmos, aumentamos nossa fé, crescemos em santidade, somos respondidos e temos a nossa vida abençoada. Sem oração, nos distanciamos de Deus e de suas bênçãos. Somos vencidos pelo medo e pela ansiedade. “AQUELE que vive sem oração – aquele que vive com pouca oração – este será o homem cujo coração se tornará seco e estéril; mas aquele que clama em segredo por seu Deus – que se deleita em meditar nas palavras do Altíssimo – tal homem deve ter um coração transbordante e, como seu coração é, tal será sua vida” (Spurgeon).
Dá ouvidos, SENHOR, às minhas palavras.