Leitura bíblica: 1 Pedro 5.6-7
Na tua presença, Senhor, estão os meus desejos todos, e a minha ansiedade não te é oculta (Sl 38.9).
Enquanto caminhava na orla do Mar Morto, certo dia, um homem perdeu o equilíbrio e caiu numa zona de profundas águas. Como não sabia nadar, começou a se debater, temendo afogar-se. Depois de alguns minutos, totalmente esgotado, concluiu que não podia fazer mais nada. Clamando pela ajuda de Deus, aguardou o pior. Mas que surpresa o esperava! Tão logo relaxou, começou a flutuar. Em seu medo, esqueceu que o Mar Morto é tão saturado de sal e de outros minerais que, se uma pessoa fica imóvel, prontamente flutua na superfície. Tudo o que ele precisava fazer era confiar na força da água, que o faria flutuar.
O devocionário Boa Semente faz a seguinte aplicação dessa história falando a respeito da ansiedade: “Os braços eternos de Deus estão aí para sustentar-nos se apenas abandonarmos nossos inúteis temores e recuarmos em nossos estéreis esforços. Só então nosso coração se aquietará na segurança e serenidade que nos são oferecidas — mediante a confiança total em Deus. O Deus eterno é uma ajuda que nunca falhará, mas devemos lançar-nos em Seus braços e deixar que Ele nos sustenha”. Muitas vezes nos sentimos como este homem, sem força, assustados e sem esperança. Neste momento, nos desesperamos, questionamos a nós mesmos e à situação. Mas o melhor a fazer é confiar, silenciar e render-se. Deus não nos abandonará, podemos repousar em seus braços. Seu amor e bondade certamente estarão ao nosso lado. Alguns de nossos esforços além de inúteis, nos levam para mais fundo. Ações desesperadas não irão ajudar, mas revelar que não estamos confiando em Deus.
Apoie-se em Deus, humilhe-se na presença do Todo Poderoso, entregue a ele todas as suas preocupações. Procure ouvir e pensar em coisas boas para que a alegria seja restaurada. “A ansiedade no coração do homem o abate, mas a boa palavra o alegra” (Pv 12.25).
Confie e passe a flutuar.